MEI, Simples Nacional ou outro regime: como escolher

Neste artigo você vai aprender
Uma das primeiras decisões ao formalizar um negócio é escolher o enquadramento certo — e essa escolha impacta quanto imposto se paga e quais obrigações se assume.
Na AD Assis Duarte Escritório Contábil (AD Contábil), essa análise entra no fluxo de abertura de CNPJ e se conecta a PF ou PJ na área da saúde.
MEI
Pensado para quem fatura até o teto do regime. Com a Lei Complementar nº 238/2026, o teto previsto sobe de R$ 81 mil por ano para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028, com possibilidade de até dois empregados (antes, um), desde que a atividade esteja na lista permitida. É o regime mais simples de manter, mas com limitações claras.
Simples Nacional
Para negócios que já faturam acima do teto do MEI ou têm atividade fora da lista permitida. Unifica vários tributos em uma guia, com alíquota que varia por faixa de faturamento. Entenda a lógica em faixas de faturamento e imposto.
Lucro Presumido e Lucro Real
Fazem mais sentido para negócios de porte maior, ou quando a margem de lucro real está muito diferente do que o regime presume. A escolha entre os dois depende de simulação específica, caso a caso.
Como decidir
- Faturamento atual e projetado.
- Atividade exercida (incluindo restrições do MEI).
- Estrutura de custos, sócios e funcionários.
- Necessidade de emitir notas e operar fora do município/estado.
Não existe “melhor regime” de forma genérica. Se o MEI já ficou apertado, veja sinais de migração para microempresa.
Próximo passo
Solicite uma análise de enquadramento com a AD Contábil ou conheça os serviços. A decisão certa é a que cabe na sua operação — sem promessa genérica de economia.