Migrar de MEI para microempresa: sinais de que chegou a hora

Neste artigo você vai aprender
Crescer como MEI é bom sinal — mas também é o momento de ficar atento a quando esse enquadramento deixa de ser suficiente.
Na AD Assis Duarte Escritório Contábil (AD Contábil), a recomendação é simular a migração antes do limite “estourar”. Os tetos citados abaixo consideram a LC 238/2026 e devem ser confirmados na regra vigente.
Sinal 1: faturamento perto do teto
Com o novo teto trazido pela Lei Complementar nº 238/2026 (R$ 110 mil em 2027, R$ 140 mil em 2028), o ponto de atenção muda de valor, mas a lógica continua: faturar perto do limite de forma consistente (não só em um mês isolado) é sinal de que vale simular a migração antes do desenquadramento automático.
Sinal 2: necessidade de mais funcionários
Mesmo com o novo limite de dois empregados trazido pela mesma lei, negócios que precisam de equipe maior para sustentar a operação já sinalizam que o MEI não acompanha o tamanho real do negócio.
Sinal 3: estrutura fiscal mais robusta
Negócios que passam a vender para fora do município ou do estado, ou que atendem clientes (empresas) com mais exigência formal na nota, costumam se beneficiar da migração.
Como funciona a migração
Ao ultrapassar o teto ou optar pela mudança voluntariamente, o MEI passa para microempresa dentro do Simples Nacional, com outra forma de apuração de imposto — baseada na atividade e na faixa de faturamento — e outras obrigações acessórias. Veja a lógica das faixas em faixas do Simples e imposto.
Próximo passo
- Reunir faturamento dos últimos meses e projeção.
- Listar necessidade real de equipe e de emissão de notas.
- Simular ME no Simples com a contabilidade.
Compare também MEI, Simples ou outro regime e fale com a AD Contábil pelos serviços para simular a migração com segurança.